Cibersegurança na indústria: Uma necessidade de segurança
25 agosto 2026
Na sociedade digitalizada atual, onde os sistemas físicos e eletrónicos estão cada vez mais integrados, a cibersegurança tornou-se um dos fatores mais críticos para a indústria. Isto aplica-se, em particular, aos chamados sistemas ciberfísicos, nos quais os processos e componentes físicos estão diretamente ligados a redes e software. Reforçar a segurança destes sistemas não só é crucial para evitar violações de dados, como também é importante para garantir ambientes de trabalho seguros.
– Para a SSG, os clientes industriais são, naturalmente, muito importantes, e precisamos ser um fornecedor em quem os nossos clientes possam confiar. À medida que o controlo e os requisitos relativos à cibersegurança aumentam para os nossos clientes, é importante que a SSG seja um fornecedor que não só compreenda os desafios dos seus clientes, mas que também forneça soluções seguras e protegidas,” afirma Marcus Holmberg, Diretor de Segurança da Informação da SSG.

Marcus Holmberg, Diretor de Segurança da Informação na SSG.
A ameaça de consequências graves
A indústria depende fortemente da tecnologia digital para otimizar e automatizar os seus processos. Mas isto também significa que os sistemas se tornam vulneráveis a ciberataques, onde tanto fatores humanos como técnicos podem ser explorados pelos atacantes. Um ataque bem-sucedido pode levar a períodos de inatividade, perdas financeiras e danos tanto a pessoas como à infraestrutura.
Para proteger estes sistemas, é importante que a indústria trabalhe de forma proativa com medidas de segurança. Isto inclui identificar e eliminar vulnerabilidades tanto no software como no hardware, implementar protocolos de segurança robustos e sistemas de monitorização para sinais de intrusão. Outro aspeto importante é garantir que o pessoal possui o conhecimento necessário para compreender e lidar com as ciberameaças. Formação regular e exercícios de gestão de incidentes podem ser cruciais para responder rapidamente a um ataque.
Cibersegurança em constante desenvolvimento
– A solução é incorporar a segurança o mais cedo possível no processo de desenvolvimento. No passado, um produto era desenvolvido e só depois se descobria que existiam falhas de segurança no código ou nos seus componentes. Já não é uma opção sustentável. As próprias equipas de desenvolvimento devem assumir a responsabilidade pela segurança. Ter a competência, rotinas e ferramentas adequadas para evitar a introdução de falhas conhecidas no código e criar um melhor controlo sobre o conteúdo. "Esta é uma parte importante da cultura de segurança na SSG e uma que estamos constantemente a esforçar-nos para melhorar", diz Marcus Holmberg.
Num mundo onde a digitalização é uma das pedras angulares do sucesso e da eficiência, a importância da cibersegurança não pode ser subestimada. É uma área em constante mudança que exige trabalho contínuo para se manter atualizada e relevante – mas trabalhar proativamente com a cibersegurança também pode criar novas oportunidades de negócio e fortalecer a competitividade de uma empresa.
Nova diretiva da UE NIS2 e nova legislação sueca 2025
Uma diretiva da UE destinada a alcançar um elevado nível comum de cibersegurança em toda a UE. Substitui a diretiva NIS anterior de 2018 e abrange significativamente mais setores. Define requisitos mais claros para análises de risco, medidas de segurança e participação da gestão no trabalho de cibersegurança. Prevê-se que seja implementada na Suécia através de uma nova lei a entrar em vigor no verão de 2025, no mínimo.